Quem somos

O que fazemos

A Servos foi criada com o intuito de minimizar os desastrosos efeitos do uso/abuso de álcool e outras drogas em nossa sociedade.

Foi desenvolvido um programa de tratamento, com base em outros programas adotados em Comunidades Terapêuticas, de maneira especial na Fazenda do Senhor Jesus de Campinas-SP, fundada pelo Pe. Haroldo Rahm, hoje denominada Instituto Padre Haroldo.

Nas Comunidades Terapêuticas (unidades masculina e feminina), oferecemos tratamento com internação de nove meses consecutivos, período em que é aplicado um programa terapêutico voltado à ressocialização e reformulação de vida do dependente químico. Nesse período, o residente (pessoa que adere ao tratamento na Comunidade) passa a fazer parte de um grupo que tem o mesmo objetivo: atingir a sobriedade e reformular o estilo de vida. Além das atividades cotidianas de manutenção da casa e das instalações físicas da Comunidade, o residente participa de grupos de apoio e de atividades desenvolvidas por voluntários, como trabalhos manuais, cursos profissionalizantes, psicoterapia, grupos e oficinas de oração, grupos de Narcóticos Anônimos (NA) e Alcoólicos Anônimos (AA), programa antitabagista, ética na recuperação, oficinas de perdão. Além disso, são feitos estudos dos passos do AA e realizadas reuniões mantinais, que espelham o andamento dos residentes e os respectivos tratamentos.

Todas as atividades desenvolvidas nas duas unidades de tratamento são dirigidas por profissionais voluntários, que generosamente se doam para que o programa de recuperação tenha êxito. É um grupo extenso e comprometido, que favorece substancialmente a recuperação de cada residente.

Além dos trabalhos desenvolvidos nas Comunidades, a Servos é mantenedora de grupos de ajuda mútua para dependentes químicos (Núcleo de Apoio ao Toxicômano e Alcoolista – NATA) e para seus familiares e amigos (Núcleo de Apoio aos Familiares de Toxicômano e Alcoolista – NAFTA). São reuniões semanais que acolhem pessoas que desejam a internação e promovem a restauração dos familiares atingidos pela codependência. Esses grupos também são coordenados por voluntários que, geralmente, já passaram pelo mesmo problema e hoje se doam para pessoas que ainda sofrem o problema das drogas em seus lares e/ou comunidade.